terça-feira, 18 de setembro de 2012

DOENÇAS DO CASAMENTO




Veja bem, nosso caso é uma porta entreaberta,
 
Eu busquei a palavra certa, vê se entende o meu

grito de alerta.

Veja bem, é o amor agitando o meu coração,

há um lado carente dizendo que sim,

Essa vida da gente gritando que não.



Gonzaguinha



A união conjugal pode se converter em fonte de saúde em nossa vida quando ela é rica de afeto, amor e carinho. Pesquisas científicas comprovam que, pessoas, que se sentem amadas por seus cônjuges, são muito menos propensas às enfermidades e têm uma capacidade maior de recuperação quando adoecem.

Quando nos sentimos amados por manifestações concretas de nosso parceiro, somos tocados em nosso coração emocional, e isso faz com que a bioquímica do corpo produza substâncias geradoras de saúde física e emocional.

Quando porém, o amor bate em retirada, a saúde também se ausenta, pois muitas das nossas enfermidades têm como causa as carências emocionais. Eis aí a grande chave para as doenças em família, pois quando alguém adoece no lar é provável que todo o organismo familiar esteja doente também.

Pena que se ame tão pouco depois do casamento.

Pena que o amor dos primeiros tempos tenha sido esquecido no altar da igreja.

Pena que o sentimento de posse esteja asfixiando os sonhos daquele a quem, no passado, prometera felicidade.

Pena que não tenhamos mais palavras gentis como outrora.

Pena que não sejamos mais doces e ternos como antes.

Por isso muitos cônjuges adoecem após o matrimônio. A doença nada mais é do que o grito de alerta. Curar o parceiro enfermo exigirá também a cura de seu companheiro.

A enfermidade que mais mata no casamento se chama “anemia amorosa”, e para esse mal o Médico Jesus há dois mil anos vem receitando o remédio do “ame ao seu próximo como a si mesmo.”









TRECHO DO LIVRO “O MÉDICO JESUS” - POR JOSÉ CARLOS DE LUCCA

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