segunda-feira, 9 de julho de 2012

Seres elementais, Espiritos da Natureza

Blog de natuviva :**** Natureza sempre viva **********, ************ Seres elementais,espirito da natureza *****

Tudo o que está sobre a Terra e dentro dela, todas as formas vegetais e animais, nossos corpos, nossos cérebros são formados de materiais que foram tirados dessas profundezas do espaço que nos cerca por todos os lados. Os herméticos, e posteriormente os rosacruzes, afirmam que todas as coisas visíveis e invisíveis foram produzidas pela disputa entre a luz e a escuridão, e que toda partícula de matéria contém em si mesma uma centelha de essência divina – ou luz, espírito – que, por meio da sua tendência a se libertar dos seus obstáculos e retornar à fonte central, produziu movimento nas partículas e, do movimento, formas. Assim, todos os minerais, nessa centelha de luz, têm a possibilidade rudimentar das plantas e dos organismos que crescem. Todas as plantas têm sensações rudimentares que podem capacitá-las a se aperfeiçoarem e se transformarem em novas criaturas locomotoras, de grau mais ou menos elevado e de funções mais nobres ou mais banais. Da mesma forma, todas as plantas e toda vegetação podem passar em estradas mais ilustres, por assim dizer, de avanço independente, mais completo, deixando que a sua centelha original se expanda e brilhe com uma força mais elevada e mais vívida.
Os quatro elementos – terra, ar, água e fogo – contêm, para o estudante da magia, muitas coisas com que a nossa filosofia jamais sonhou. O célebre alquimista Batista Porta deixou em sua obra Magia Natural, em que baseia todos os fenômenos ocultos possíveis ao homem na alma do mundo que une todas as coisas entre si, a afirmação de que a luz astral (em nosso entender, energia), age em harmonia e simpatia com toda a natureza; que ela é a essência da qual os nossos espíritos são formados, e que, agindo em uníssono com a sua fonte-mãe, nossos corpos siderais se tornaram capazes de produzir maravilhas mágicas. Todo o segredo depende do nosso conhecimento dos elementos afins.



 
Esses elementos primordiais encontram-se espalhados por toda a natureza, cuja existência deles depende. Portanto, como é evidente que a natureza está viva, não se pode deixar de lhe atribuir consciência. Não me refiro aqui a consciência tão evoluída como a dos humanos, mas as mais simples e rudimentares formas de vida. Até as rochas têm vida e energia, elas passam por um ciclo natural de vida e morte, como, aliás, tudo o que faz parte da natureza. É plenamente possível trocarmos informações com as pedras, vegetais, águas, mares, com o fogo e os ventos, pois todos esses elementos possuem e emanam energia.

O praticante de magia sabe que é impossível liberar energia sem informação (pensamento/sentimento). Pensamento, sentimento e energia são indissociáveis na natureza. Quando caminhamos pelo campo ou pela mata e encontramos uma árvore ou uma rocha, podemos dela nos aproximar e sentir suas energias nos contando toda a sua história, positiva ou negativa, mas num âmbito tão denso que é possível até mesmo sentir o perfume da madeira ou da pedra exalando de dentro de nós, como se tivéssemos nos tornado aquela árvore ou aquela pedra, tamanha a intensidade do acoplamento que é possível de ser obtido. Assim, não se pode negar a existência de consciência em todos os elementos da natureza, nem que esses elementos sejam desprovidos de energia, sentimento e vontade. Esse trinômio caracteriza o espírito que habita em todos os seres vivos.

É evidente que quando se fala em espírito estamos nos referindo a essência de cada elemento que só se manifesta na dimensão que lhe é própria. Podemos sentir sua presença, seu cheiro, suas energias, mas para visualizá-lo, tocá-lo e interagir com ele de uma forma mais íntima é necessário que também estejamos na mesma dimensão. Isto pode ser obtido através de um estado alterado de consciência ou durante uma viagem astral. Os espíritos da natureza também são conhecidos como elementais, e desde que a magia existe à ela estão relacionados estreitamente. Assumem diversas formas de acordo com a necessidade ou com o elemento com o qual se relacionam.

Os seres elementais são criaturas espirituais intimamente ligadas às energias da natureza. São também conhecidos como gnomos, fadas, duendes, diakka, diabos, demônios etc. Bem menos evoluídos em relação ao homem, experimentam um prazer insano em pregar peças, em fazer sortes com truques, em personificar caracteres opostos. Não possuem qualquer noção de moral e ética, sentimento de justiça, filosofia ou afeição. São criaturas que se encontram espalhadas pela natureza, e totalmente indefesas diante da aproximação de um mago experiente. Durante milênios, essas criaturas, os espíritos da terra, do ar, do fogo, da água, da mata, vêm sendo aprisionadas e escravizadas por magos, bruxos e feiticeiros, que simplesmente delas se apoderam como se fossem seus senhores e as utilizam para os mais diversos fins. Desde simples mensageiros e batedores para um eventual passeio na dimensão extrafísica, até como anjos da morte para eliminar pessoas. Podem também ser usadas como criaturas extrafísicas de ataque numa eventual disputa de prestígio e medição de poderes entre magos vaidosos, que não hesitam em lançar à destruição essas pobres criaturas indefesas apenas para provar que um é mais poderoso que o outro.

Assim como nós estamos em processo de evolução espiritual, também os elementais se encontram participando do mesmo processo. Já se foi o tempo em que nós, magos, aprisionávamos essas pobres criaturas para atingirmos fins inconfessáveis. Nossa caminhada evolutiva exige que deixemos em paz os elementais para que eles também possam evoluir. O moderno mago não mais depende dos seres elementais na prática da sua arte. Ele se utiliza apenas do controle do processo das energias: energia cósmica, energias pessoais, energias da natureza. Através de técnicas de absorção, circulação e exteriorização das bioenergias, ele simplesmente consegue dominar o ambiente em que se encontra, prevalecer quando necessário, tornar-se invisível quando for o caso, alterando favoravelmente as energias de qualquer lugar onde se encontre, encapsulando inimigos ou se protegendo dentro de uma bolha quando se sentir ameaçado. Acima de tudo, o mago deve manter uma elevadíssima noção de moral e ética, sem as quais perde lucidez e anda para trás em sua jornada evolutiva.

A magia continua viva e mais atuante do que nunca na humanidade. Apesar de passar despercebida, sua silenciosa presença e influência sobre os indivíduos é cada vez mais real, principalmente sobre a grande massa impensante que compõe a sociedade, sempre sujeita a seus efeitos benéficos ou maléficos. O mundo está cheio de magos inconscientes, na política, na Igreja, nos redutos de livre pensamento. Infelizmente, a maioria desses magos são feiticeiros em razão do egoísmo que lhes é peculiar e pelo caráter vingativo, invejoso e maligno. O verdadeiro mago, que compreende o exato sentido das coisas, olha para eles compassivamente e é prudente, guarda silêncio. Pois, todo esforço que fizer para curar a cegueira universal teria por única recompensa a ingratidão, a calúnia e a maledicência, que, incapazes de o atingirem, voltariam sobre seus próprios autores. A mentira e a calúnia (que é a mentira envenenada com ódio e a falsidade) procuram sempre ferir os bem-intencionados; este é o prêmio dos que se esforçam em difundir a luz.

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