terça-feira, 3 de janeiro de 2012

COMUNICAÇÕES ENTRE DIMENSÕES DIFERENTES



"Não pense que estamos longe e nem creia que, quanto mais evoluída é a mente que lhe fala, mais distante do mundo ela se coloca. Distância só existe para o corpo físico. Quanto mais evoluído psiquicamente é o corpo interior, mais altas também vão se tornando suas vibrações e ele é capaz de harmonizar-se com mentes cada vez mais superiores.
Quando o indivíduo se harmoniza com uma mente superior não quer dizer que esta mente tenha vindo até ele. O indivíduo apenas elevou a intensidade de suas vibrações e passou a vibrar na tônica daquela mente superior, podendo assim comunicar-se com ela.
Se agora você me perguntar onde estamos neste momento, poderemos responder que estamos com você, mas necessariamente não saímos de onde estávamos antes. Você é que elevou a freqüência de suas vibrações e passamos a vibrar num acorde consoante e perfeito.
Imagine-se agora habitando o interior de um aquário de paredes negras. Pela abertura superior pode ver apenas o céu. Não sabe nem que existe um mundo fora do seu aquário.
Um dia, alguém o retira, por uma fração de segundo, de dentro do aquário, retira também o aquário e coloca você no mesmo lugar que estava antes. O que acontece? Você olha, atônito, e julga estar num mundo diferente, talvez a milhares de quilômetros distante de seu velho aquário. No entanto, você está no mesmo lugar.
Então, alguém troca o seu aquário de paredes negras por outro de paredes translúcidas e coloca você de volta nele, pois fora do aquário não existem condições físicas de sobrevivência.
Mas existe então uma diferença: você pode ver o mundo à sua volta e entende que ele está ali mesmo, ao alcance de seus olhos e de sua compreensão; pode até se comunicar com os seres que habitam o mundo fora do seu aquário. Eles estão tão perto e você jamais havia se apercebido disto.
É isso que acontece com uma pessoa que entende a lei das vibrações e das freqüências. Ela percebe que pode estar muito mais perto do Sol do que está do seu vizinho de banco do ônibus; ela percebe que a distância não se mede por quilômetros, mas sim por freqüências vibratórias; ela compreende que com um simples exercício de introspecção, acompanhado por movimentos respiratórios, é capaz de correr na escala vibratória e aproximar-se de Deus mais depressa do que se, andando, movesse dois passos".
Livro: "A Volta" de M. Tribuzy.

 
www.caminhosdeluz.org

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