sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A Necessidade de Ser Especial



Sinto-me deprimido e fico me autocondenando, embora eu realmente não saiba por que.

Essa é uma maneira de permanecer o mesmo... Esse é um truque da mente. Ao invés de compreender, a energia começa a se mover para a condenação. Assim a mente é muito esperta: no momento em que você começa a ver algum fato, a mente salta sobre ele e começa a condená-lo.

Agora toda a energia se torna condenação, então a compreensão é esquecida, posta de lado e sua energia está se movendo para a condenação... e condenar não pode ajudar. Isso pode lhe deixar depressivo, pode lhe deixar bravo, mas depressivo e bravo você nunca muda. Você permanece o mesmo e você se move para o mesmo círculo vicioso novamente e novamente.

Compreender é liberar, assim quando você vê um certo fato não há nenhuma necessidade de condenar, não há necessidade de se preocupar com isso. A única necessidade é olhar para isso profundamente e compreendê-lo.

Se digo alguma coisa e isso lhe magoa — e esse é todo meu propósito: lhe magoar em algum lugar —, desse modo você tem que olhar no porquê isso magoa e aonde isso magoa e qual é o problema; você tem que ver isso. Olhando nisso, tentando se mover ao redor disso, olhando-o de todos os ângulos... Se você condenar, você não pode olhar, não pode abordá-lo de todos os ângulos. Você já decidiu que isso é ruim; sem dar a isso uma chance, você já julgou.

Escute o fato, penetre-o, contemple-o, durma sobre ele e quanto mais você for capaz de observá-lo mais você se tornará capaz de sair fora dele. A habilidade de entender e a habilidade de sair fora disso são apenas dois nomes para o mesmo fenômeno.

Se compreendo uma certa coisa, sou capaz de sair fora disso, indo além disso. Se não compreendo uma certa coisa, não posso sair fora disso. Então a mente prossegue fazendo isso com todos; não é somente com você.

Imediatamente você salta e diz: "Isso está errado, isso não devia estar em mim. Eu não mereço, meu relacionamento está errado e isso está errado e aquilo está errado", e você se sente culpado. Agora toda a energia está se movendo para a culpa e meu trabalho aqui é tornar você tão inocente quanto possível.

Portanto, o que quer que você veja não tome isso de uma maneira pessoal. Isso não tem nada a ver particularmente com você; é apenas a maneira de como a mente funciona. Se houver ciúmes, se houver possessividade, se houver raiva, é assim que a mente funciona... a mente de todos mais ou menos; as diferenças são somente de graus.

A mente possui outro mecanismo: ou ela quer louvar ou ela quer condenar. Ela nunca está no meio. Por meio do louvor você se torna especial e o ego é realizado; por meio da condenação você também se torna especial. Olhe para o truque: de ambas as maneiras você se torna especial! Ela é especial: ou ela é uma santa, uma grande santa, ou ela é a maior pecadora, mas de todo jeito o ego é preenchido. De qualquer maneira você está dizendo uma coisa — que você é especial.

A mente não quer ouvir que ela é apenas ordinária. O ciúme, essa raiva, esses problemas de relacionamento e de ser. Eles são ordinários, todos estão neles. Eles são tão comuns como o cabelo.

Talvez alguém tenha um pouco mais, alguém tenha um pouco menos, alguém o tem preto e alguém o tem vermelho, mas isso não importa muito — eles são ordinários, todos os problemas são ordinários. Todos os pecados são ordinários e todas as virtudes são ordinárias, mas o ego quer se sentir especial. Ou ele diz que você é o maior ou que você é o pior.

Então apenas olhe… Todos esses problemas são ordinários. Quais problemas estão lá, diga-me? Quais problemas você sente? Basta nomeá-los.

Eu tenho uma dor aqui, na minha testa.

Está doendo porque você não está tentando entendê-la, então dói. Você a está condenando; você está dizendo (para si mesmo): "Você não devia estar deprimida. Isso não é você, isso não é bom para sua imagem, isso vai contra sua imagem, isso se torna uma mancha em você e você é uma garota tão bonita! Por que você está deprimida?" — ao invés de compreender por que você está deprimida.

Depressão significa que de alguma maneira a raiva está em você num estado negativo: a depressão é um estado negativo da raiva. A própria palavra é significativa — ela diz que algo está sendo pressionado; esse é o significado de deprimido. Você está pressionando alguma coisa dentro e quando a raiva é pressionada demais ela se transforma em tristeza. Tristeza é uma maneira negativa de estar bravo, uma maneira feminina de ficar bravo.

Se você remove a pressão sobre ela, ela se transforma em raiva. Você devia estar zangada sobre certas coisas da sua infância, mas você não as expressou, daí a depressão. Tente entender isso! E o problema é que a depressão não pode ser solucionada, devido a que ela não é o problema real. O verdadeiro problema é a raiva; e você continua condenando a depressão, dessa forma você está lutando com sombras.

Primeiro olhe no porquê você está deprimida... Olhe bem nisso e você encontrará a raiva. Muita raiva está em você... Talvez com relação a sua mãe, com relação a seu pai, com relação ao mundo, com relação a si própria, esse não é o ponto. Você está com muita raiva por dentro e desde sua infância você tem tentado ser sorridente, não ser zangada. Isso não é bom. Você foi ensinada e você aprendeu bem.

Portanto na superfície você parece feliz, na superfície você continua sorrindo e todos esses sorrisos são falsos. Bem fundo você está retendo muita raiva. Agora, você não pode expressá-la então você está sentada sobre ela; isso é o que a depressão é; assim você se sente deprimida.

Deixe isso fluir, deixe que a raiva venha. Uma vez que surge a raiva sua depressão irá embora. Você nunca observou isso? Que às vezes após uma raiva verdadeira a pessoa se sente tão bem, viva? Comece a fazer algo em casa. Hum? Faça uma meditação raivosa todo dia... Vinte minutos serão suficientes.

Após o terceiro dia você irá gostar tanto do exercício que será difícil para você esperar por isso. Isso lhe dará uma tal liberação e você verá que sua depressão está desaparecendo. Pela primeira vez você irá realmente sorrir... Porque com essa depressão você não pode sorrir, você finge.

A pessoa não pode viver sem sorrisos então a pessoa precisa fingir, mas um sorriso fingido machuca muito... Não lhe torna feliz; simplesmente lhe relembra de como você é infeliz.

Mas você se tornou cônscia disso. Isso é bom. Quando alguma coisa machuca, isso ajuda. O homem está tão doente que sempre que algo é útil dói, toca alguma ferida em algum lugar. Mas isso tem sido bom...

É isso.

Osho, em "This Is It!"

AS ENERGIAS DA NOVA TERRA EM SETEMBRO DE 2011.


Uma mensagem do Arcanjo Miguel, canalizada por Célia Fenn
8 de Setembro de 2011.

DOMINANDO A SUA VIDA E ENTRANDO NA MAGIA
AS CHAVES DOURADAS DA TRANSFORMAÇÃO E DA NOVA CONSCIÊNCIA
Amada Família da Nova Terra... Vemos com Alegria como muitos de vocês estão fazendo as mudanças e transformações que estão lhes permitindo se Tornar Tudo O Que Vocês São e Podem Ser neste momento. Após a abertura do Portal de Leão, no início de Agosto, houve uma imensa aceleração da Frequência e muitos de vocês que estavam preparados, deram o próximo passo da Quinta Dimensão da Luz para o Sexto Reino Dimensional dos Sonhos e da Magia, e ajudaram na ancoragem da conexão do “Tempo do Sonho” com a Terra novamente.
Amados, como os nossos corações se alegram quando  os vemos cumprindo o propósito pelo qual vieram e se alinham às Frequências Mais Elevadas da Luz e se permitem tornar-se Seres Multidimensionais da Luz e da Matéria.
A Sexta Dimensão da Luz é o espaço da Magia, o reino da Criança Mágica e do Criador dos Sonhos. É a Dimensão da qual a Consciência Planetária gera os Sonhos, os Desejos, as Fantasias e Projeções que se manifestam como “Realidade Material”, nas Dimensões Menos Elevadas da Matéria. Viver no “Tempo do Sonho” significa que vocês precisam ser “despertos” das ilusões de controle da  Realidade da Terceira Dimensão e estar totalmente ancorados nas Grades da Nova Realidade da  Quinta Dimensão, e, portanto, capazes de acessar os Reinos Mágicos do Tempo do Sonho e os seus fluxos de Abundância e de Alegria, sem perder a sua ancoragem na Realidade Material. Isto é “Dominar a sua Vida”, e, certamente, é um aspecto do seu desejo pessoal de evoluir e de crescer com a Terra e alcançar tudo o que pode ser alcançado em sua atual Realidade Planetária.
Assim, Amados, neste momento nós falaremos de como vocês podem se ancorar plenamente na Realidade da Quinta Dimensão, e então como vocês poderão avançar para a Sexta Dimensão da Consciência, caso se sintam preparados para fazer esta mudança.
A QUINTA DIMENSÃO: OS CÓDIGOS DO GRAAL E AS CHAVES DOURADAS DA TRANSFORMAÇÃO
Amada Família da Nova Terra, nos últimos dez anos e no processo de sua Transformação, nós falamos frequentemente dos “Códigos do Graal” e de sua importância em sua Evolução. Os “Códigos do Graal” são os Códigos de Luz ou Ativadores Cósmicos do DNA que os ligam à Consciência do Cristo Cósmico e à energia do Equilíbrio Interior.
Quando vocês entram na Quinta Dimensão da Consciência, vocês acessam a energia do Cristo Cósmico que foi ancorada pelos Avatares do Cristo, Yeshua e Maria Madalena. Esta Energia do Cristo Cósmico, através dos Códigos do Graal, proporciona o Despertar de Quem Vocês São. Uma vez que estejam despertos, e aqueles que são atraídos a ler estas palavras estarão despertos, então vocês estarão preparados para começar a dominar a sua Vida na Quinta Dimensão. É aqui que lhes oferecemos as Seis Chaves Douradas da Transformação. As “Chaves” já são uma parte de Quem Vocês São e Quem Vocês Estão se Tornando, e assim, procuramos simplesmente ajudá-los a ativar estes Códigos de Luz, à medida que avançam com a sua Jornada.
A Primeira Chave é o Código de Luz para a Mestria do seu Corpo de Luz e da Luz Harmônica. Quando vocês despertam das Ilusões da Terceira Dimensão, compreendem plenamente que são um Anjo Humano e um Ser de Luz, e começam a ativar o seu Corpo de Luz, até que todos os meridianos e conexões estejam adequados para facilitar a União Sagrada do corpo e da alma. Vocês entram em seu sistema de 13 Chacras e se ancoram totalmente nos Chacras da Estrela da Terra e da Estrela da Alma. Vocês se tornam um Mestre da Luz Harmônica, capazes de receber, decodificar e transmitir as pulsações da Luz do Divino Coração Cósmico.
A Energia do Coração Divino é o Amor, e assim quando vocês ativam a Primeira Chave do Corpo de Luz, vocês então começam a ativar a Segunda Chave do Amor Divino. Aqui, Amados, vocês compreendem que tudo é uma expressão do Amor Divino e se esforçam para viver em alinhamento com o Amor Divino e a Compaixão, enquanto eles são revelados em sua vida, E assim, vocês começam a se tornar um Mestre do Amor Divino.
Quando vocês sentem o Fluxo do Amor Divino se movendo através do Corpo de Luz, Amados, vocês começam a compreender que a vida, a experiência, tudo o que vocês são, é um aspecto do Fluxo do Tempo, e que o próprio Tempo é Infinito e é Expresso de muitas maneiras e em diferentes dimensões. Uma vez que estejam libertos da ilusão do Tempo Linear, vocês são capazes a começar a usar a Terceira Chave para se tornarem um Mestre do Tempo, e se alinharem com os Fluxos Internos do Tempo Galáctico e Cósmico.
Amados, agora vocês estão preparados para dominar plenamente a Quarta Chave – a Chave da Manifestação e da Criatividade. Enquanto vocês se movem através do Espaço e do Tempo com Amor Divino, vocês começam a ver como são capazes de usar os seus Dons Divinos da Intenção e do Desejo para manifestarem o que precisam do Fluxo do Amor Abundante que é também chamado Tempo. Pois vocês estão em toda parte, envolvidos e cercados pelo Fluxo do Amor Divino e da Abundância que buscam se expressos através de suas Criações de Amor.
Agora, enquanto vocês se tornam mais seguros da Quinta Dimensão, amados, vocês se movem para a Quinta Chave Dourada e os seus Códigos de Luz, a Chave da Comunidade. Esta é a ativação que lhes permite se conectarem com as Grades do Coração e da Alma, com aqueles que são a sua Família de Alma e da Comunidade. Há muitas formas diferentes de Comunidades na Realidade da Quinta Dimensão da Nova Terra, e vocês perceberão que “fluirão” para e entre muitos tipos diferentes de Comunidades, enquanto buscam expressar a sua Luz, o seu Poder, e Quem Vocês São. É a Flexibilidade e o Fluxo que serão a natureza da “Comunidade” na Realidade da Nova Terra. Muitas formas diferentes de Comunidades serão experimentadas, enquanto vocês se dirigem para a Nova Terra, em busca da forma que melhor expresse Quem Vocês São.
E, finalmente, vocês ativam a Sexta Chave, os Códigos de Luz, que lhes permitem acessar e expressar o seu Propósito de Alma na Nova Terra. Amada Família da Nova Terra, a Nova Terra se refere à Liberdade – a Liberdade de Escolha. E assim vocês escolherão como expressarão o seu Propósito de Alma. Talvez vocês sejam um Sábio, um Guardião da Sabedoria, Professor ou Curador? Talvez sejam um Guardião do Dia, um Mestre do Tempo? Talvez sejam um Guardião da Terra, ou um Guardião do Oceano, ou Aquele que trabalha com os Devas e com os Elementais dos Cristais? Talvez, um Guerreiro Espiritual, ou um Artista, um Músico, ou um Ancião? Ou talvez, uma Alma da Nova Terra, aqueles que simplesmente expressam Quem Eles São na Nova Energia e na Nova Consciência.
Amados, vocês descobrirão por si mesmos qual é o seu Propósito e Paixão na Energia da Nova Terra, enquanto Ativam e Dominam as Chaves Douradas.
ENTRANDO NO REINO DA SEXTA DIMENSÃO DOS SONHOS E DA CRIAÇÃO MÁGICA
O Sol transmitindo os Códigos do Graal e a Luz Diamante... Lake Inari, Finlândia... Agosto de 2011. Imagem de Célia Fenn

Amada Família da Nova Terra, uma vez que vocês dominaram as Habilidades básicas da Vida da Quinta Dimensão, e estão completamente ancorados e ligados aos Chacras Estrela da Terra e Estrela da Alma, vocês podem começar a entrar nos Reinos da Sexta Dimensão do Sonho e da Magia. Vocês devem estar totalmente ancorados, a fim de se moverem entre as ilusões desvanecidas da Terceira Dimensão, da Nova Realidade da Quinta Dimensão e a magia e o Mundo do Sonho da Sexta Dimensão. Se não estiverem ancorados, vocês correm o risco de se tornarem desorientados em suas próprias ilusões e delírios.
Viver na Sexta Dimensão significa ser capaz de distinguir entre os diferentes tipos de Sonhos e de Ilusões, e ser capaz de distinguir entre os seus próprios sonhos e criações e aqueles dos outros na Realidade Coletiva ou Conjunta. Pois, na verdade, não há uma diferença real entre “Sonhos” e “Realidade”; eles são simplesmente aspectos dos Reinos da Luz Divina. Compreender isto lhes permite viver nas muitas “Realidades do Sonho” com uma firme compreensão de sua própria “realidade” e de seus próprios sonhos. Vocês não ficarão desorientados no Mundo dos Sonhos da criação de outro (a menos que assim o escolham), mas permanecerão fiéis aos seus próprios sonhos e manifestações.
Entrar no Mundo dos Sonhos da Sexta Dimensão requer que vocês ativem a “Criança Mágica” interior. Amados, o Grande Mestre Yeshua lhes disse que para entrar no “Reino do Céu” nas Dimensões Superiores, vocês deveriam se tornar como uma “criança”. Ele também disse que o “Reino de Deus” está “dentro de vocês”. Sim, realmente, os reinos da Magia Criativa são os Planos Internos da Realidade do Sonho Coletivo do Planeta Terra, e entrar neste espaço requer a inocência, a confiança e a pureza de uma criança.
Amados, é o “Puro de Coração” que pode entrar no Mundo dos Sonhos. Para ser “Puro de Coração” é ser como uma Criança, divertida e cheia de “imaginação”. É ser destemida e confiar no Bem e em um Propósito Mais Elevado. Se vocês não forem “Puros de Coração”, e como uma criança inocente, correm o risco de encontrarem ilusões e decepções enquanto a mente do ego luta com a natureza da realidade Mágica ou do Sonho , para a qual ela não tem nenhum ponto de referência.
Quando vocês entram nos reinos Mágicos da Sexta Dimensão, mais uma vez despertam para o Poder Criativo dos Mitos, dos Arquétipos e das Histórias. Vocês compreendem que estes são a Substância Criativa da Realidade, e vocês compreendem como “acreditar” e “sonhar” são as formas em que a Realidade Material é tecida das Histórias e dos Mitos dos Reinos Arquétipos.
Amados, este é um espaço poderoso para entrar, e enquanto começam esta Jornada, experienciarão as mudanças físicas. Inicialmente, poderão sentir uma “exaustão” e um cansaço extremos. Na realidade, o que está acontecendo é que o seu cérebro está mergulhando no comprimento de ondas “Teta” no estado de vigília. Agora o seu corpo experiencia Teta como um estado de sono, por isto, quando vocês entram no Tempo do Sonho da Sexta Dimensão no estado de vigília, o seu Corpo pensa que está dormindo, e assim os sentimentos “peso” e de “cansaço” extremos são experienciados, enquanto o Corpo se torna temporariamente confuso com esta mudança.
Vocês podem também se tornar mentalmente confusos, enquanto o seu cérebro muda entre as ondas cerebrais Beta, Alfa e Teta, nos estados de consciência desperta. Vocês podem experienciar sonhos lúcidos durante o dia, ou podem se tornar esquecidos, desorientados ou com tonturas, pois o seu cérebro se estabelece em seu novo “padrão de mudança”, para lhes permitir se mover entre as dimensões e processar a informação reunida em todos estes espaços, de modo que tenham uma firme compreensão dos diferentes camadas da realidade.
Sim, Amados, a realidade está se tornando com múltiplas camadas, como um “sanduíche”. Dentro das camadas do “Sanduíche da Realidade”, vocês começam a navegar entre as Dimensões com um claro sentido de que onde, e de qual nível ou camada da Realidade vocês pertencem, e o que é o Sonho, a Mágica, a Ilusão e o Delírio.
Na verdade, Amada Família da Nova Terra, enquanto vocês dominam este acesso da Nova Dimensão, encontrarão uma poderosa conexão com os Reinos da Abundância e da Manifestação. Aprenderão como manifestar os Desejos do seu Coração, tanto individualmente, como um Coletivo, acessando os Reinos Mágicos do Tempo do Sonho da Sexta Dimensão.
Desejamos-lhes Alegria, Abundância e Amor no tempo que se encontrar à frente, enquanto a Nova Terra se manifesta!


© 20011 Celia Fenn e Starchild Global

Este trabalho é licenciado sob a Creative Commons License
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Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

8 formas de enterro esquisitas que estão se tornando comuns

O mundo antigo está cheio de exemplos de costumes funerários que parecem estranhos hoje, desde a mumificação egípcia e corpos desovados em pântanos a navios crematórios Vikings.
Mas limitações de espaço e preocupações ambientais estão fazendo com que o homem moderno explore novas opções para lidar com os mortos. A mais recente dessas ideias que chegou a costa norte-americana é um processo que utiliza calor, pressão e produtos químicos para liquefazer um corpo em apenas algumas horas, deixando para trás um líquido que pode ser vertido para o sistema de águas residuais.
De lançar restos cremados ao espaço a enterros em túmulos mais comuns, inovações para o fim da vida são uma tendência crescente. Confira:
1 – Resomação

A funerária Anderson-McQueen, em St. Petersburg, na Flórida, EUA, é atualmente o único lugar nos Estados Unidos onde os clientes podem optar por ter seus tecidos dissolvidos como uma alternativa à cremação tradicional.
O processo, chamado resomação ou “biocremação”, utiliza água aquecida e hidróxido de potássio para liquefazer o corpo, deixando apenas os ossos para trás. Os ossos são então pulverizados como na cremação regular, e os fragmentos ósseos são devolvidos à família numa urna.
Segundo a funerária, eles querem dar opções. Muitas famílias interessadas em cremação também querem reduzir o carbono lançado na atmosfera, e este processo é mais ecológico.
O fogo natural da cremação atinge temperaturas de 871 a 982 graus Celsius, e libera dióxido de carbono, bem como produtos químicos. A resomação requer água de apenas 176 graus Celsius e leva a mesma quantidade de tempo que a cremação tradicional, por isso é menos intensiva em energia. Além disso, restos estéreis podem ser despejados no sistema de esgoto municipal.
O preço base para a cremação de Anderson-McQueen é de R$ 939, e os da resomação, R$ 1.110 (manipulação, transporte e outras taxas trazem os preços de ambos os procedimentos para cerca de R$ 5.130).
2 – Enterro natural

Não tanto uma nova invenção, já que retorna às velhas formas, enterros naturais são enterros que ocorrem sem embalsamamento e sem as abóbadas de concreto que as sepulturas da maioria dos cemitérios modernos têm.
Os corpos são envoltos em uma mortalha ou colocados em um caixão biodegradável, e a ideia é que eles se decomponham naturalmente.
O movimento começou em 1998, com a abertura do cemitério todo-natural Ramsey Creek, nos EUA. Hoje, há pelo menos 50 cemitérios naturais no país.
O movimento é impulsionado pela insatisfação com os ritos funerários típicos. A maioria das pessoas, quando descobre o que acontece na sala de embalsamamento, não consegue acreditar no custo, que é ultrajante. Depois, há a preocupação crescente com os efeitos ambientais de todos esses procedimentos.
Com o enterro natural, você está beneficiando o meio ambiente, permitindo que o corpo volte a participar do ciclo da vida.
3 – Recifes eternos

Para aqueles que preferem nutrir um ambiente mais aquático após a morte, há também a opção “Eternal Reefs” (Recifes Eternos).
O Eternal Reefs cria material de recife artificial a partir de uma mistura de concreto e restos humanos cremados (os ossos esmagados que sobraram de cremações). Essas formações são então colocadas em áreas onde os recifes precisam de restauração, atraindo peixes e outros organismos que transformam os restos em um habitat submarino.
A cremação não é tão verde quanto o enterro natural devido ao processo de combustão, mas é uma ótima oportunidade de não apenas retornar a um ambiente aquático, mas produzir uma nova vida sob o mar.
4 – Criogenia

Existem aqueles que preferem se agarrar à sua velha vida, muito obrigado. Para pessoas com essa atitude (e muito dinheiro), há a criogenia.
Criogenia é o processo de congelamento do corpo de uma pessoa, na esperança de que a ciência médica mais tarde torne possível reanimá-la, com personalidade e memória intacta.
Apesar das inúmeras barreiras para isso, incluindo a toxicidade dos produtos químicos utilizados na tentativa de prevenir danos às células do congelamento, os defensores têm promovido a criogenia desde o final dos anos 60.
Nos EUA, existem pouco mais de 200 pessoas armazenadas congeladas. Os preços variam dependendo da empresa e do procedimento, mas podem chegar até R$ 341.000 para a preservação de todo o corpo. Para a cabeça, cerca de R$ 136.000.
5 – Enterro espacial

Se a criogenia lhe pareceu muito cara, mas você ainda gostaria de ter uma vida após a morte saída de um filme sci-fi, você pode optar por lançar algumas de suas cinzas para o espaço.
Seus restos mortais cremados pegam uma carona em um foguete indo para as estrelas, numa viagem que é mais simbólica do que prática: devido ao alto custo do voo espacial, apenas 1 a 7 gramas de seus restos são lançados.
De acordo com a empresa Celetis Memorial Spaceflights, que oferece os voos pós-morte, uma viagem que permite que os restos experimentem gravidade zero antes de retornar para a Terra começa em R$ 1.700. Uma chance de orbitar a Terra e, eventualmente, queimar na atmosfera gira em torno de R$ 5.130. Ser lançado à lua ou ao espaço profundo fica entre R$ 17.090 e R$ 21.360, respectivamente.
6 – Mumificação

Não mais é só coisa dos antigos egípcios. Uma organização religiosa chamada Summum, fundada em 1975, oferece serviços de mumificação para pessoas e animais de estimação.
Antes de sua morte em 2008, o fundador do Summum, Corky Ra, disse que pelo menos 1.400 pessoas se inscreveram para mumificação. O preço de mumificação humana começaria em R$ 278.000.
Assim como os crentes na criogenia, Ra e aqueles que querem ser mumificados têm esperança de que seu DNA preservado permita aos futuros cientistas cloná-los e dar-lhes (ou pelo menos aos seus genes) uma segunda chance na vida.
Depois que morreu, Ra foi mumificado e agora está envolto em bronze na pirâmide Summum em Salt Lake City, Utah, EUA.
7 – Plastinação

Muito parecido com a mumificação, a plastinação consiste em preservar o corpo em uma forma semireconhecível.
Inventada pelo anatomista Gunther von Hagens, a plastinação é usada em escolas de medicina e laboratórios de anatomia para preservar amostras dos órgãos para a educação.
Mas von Hagens tomou o processo um passo adiante, e criou exposições de corpos plastinados como se estivessem congelados no meio de suas atividades cotidianas. Segundo o Instituto de Plastinação, milhares de pessoas se inscreveram para doar seus corpos para a educação ou exposição.
8 – Liofilização

A última novidade em eco enterro é um processo chamado liofilização. Inventado pela bióloga marinha sueca Susanne Wiigh-Masak, o processo envolve a imersão do cadáver em nitrogênio líquido, o que torna muito frágil.
Vibrações então agitam o corpo e a água é evaporada em uma câmara de vácuo especial. Em seguida, filtros separam qualquer enchimento de mercúrio ou implantes cirúrgicos e os tornam pó, e os restos são sepultados em uma cova rasa.
Com um enterro raso, o oxigênio e a água podem se misturar com os restos em pó, transformando-os em adubo.
Ninguém ainda foi enterrado dessa forma, mas Promessa, a empresa que desenvolve o serviço, agora tem uma filial licenciada no Reino Unido. Não há nenhuma previsão para o serviço pousar em território americano, mas o interesse em enterro verde só tende a crescer.[LiveScience]

http://hypescience.com

A GRANDE NEBULOSA DE ÓRION


Um show de cores e de iluminação. A Grande Nebulosa de Orion, também conhecida como M42, é uma das nebulosas mais famosas – e mais bonitas – de todo o espaço.
A região de brilhantes e vermelhas nuvens de gás e jovens estrelas está à direita desta super imagem, nítida e colorida. Também na foto está a nebulosa M43, menor, empoeirada e mais perto do centro, também avermelhada.
À esquerda, a nebulosa NGC 1977 reflete um azulado impressionante. Estas nebulosas muitíssimo atraentes representam apenas uma pequena fração da riqueza desta vizinhança galática de material interestelar.
Dentro do berçário estelar, os astrônomos identificaram também o que parecem ser numerosos sistemas planetários infantis. [NASA]

Eis que surge uma Nova Terra - O CHAMADO DA VIDA


Setembro de 2011.
Julie Redstone

Toda a vida lhe acena na relação sagrada – as árvores, as ervas, os animais, as almas de todos que encontram. Toda a vida chega a vocês para a resposta do seu coração, para a resposta da sua sabedoria interior, para a resposta da sua verdade mais profunda.

A vida sagrada, a vida da Terra e tudo que existe dentro do vasto universo,os chama para reconhecê-la, honrá-la, celebrá-la e a ela se unirem. Somente a história da realidade tridimensional criou uma visão estreita. Ela criou uma visão do mundo como sólido. Criou a percepção da solidão.

Nada disto é verdade, amados. Nada disto corresponde à mais profunda sabedoria do seu coração. Seu coração sabe que é parte de algo grande e misterioso, algo que promove a vida e é vida. Seu coração sabe que o mundo é muito mais do que parece aos sentidos físicos. Ele sente o milagre do nascimento em todos os lugares – das crianças, das flores, dos animais, das estrelas. Ele reconhece o poder criativo por trás de todos estes nascimentos e sabe que a vida é contínua – ela vem de algum lugar e segue para algum
lugar. É o fluxo.

A mente racional foi habilitada a definir a realidade de acordo com os sentidos físicos e os órgãos dentro do cérebro. Entretanto, a mente racional não é a fonte da sabedoria mais profunda. Seu ser interior, ao qual vocês estão sempre conectados, é a fonte do conhecimento mais profundo. Vocês estão sempre lá. Ele está sempre com vocês, apesar de oculto.

A celebração da vida não pode vir da mente racional. A celebração da vida pode somente vir do Mistério. Pode vir somente da percepção do poder da vida que se move de formas milagrosas para criar a novidade onde nada existia antes. A celebração testemunha o milagre. Testemunha a alegria que surge do seu próprio coração quando o seu próprio filho nasce. A celebração da vida vem do Mistério e permanece no Mistério, em sintonia com a Fonte de vida que é a Fonte do Mistério, seja reconhecido ou não.

Toda a vida lhes acena para que lhe respondam, para que se envolvam com ela, para que tenham um relacionamento com ela. Toda a vida os alcança, os chama, pede-lhes para que estejam presentes. O medo interrompe a capacidade de ouvir a este chamado. A autoproteção inibe o alcance de outros. E, entretanto, os “outros” estão continuamente chegando até vocês. Eles são os anjos e os guias, e os ajudantes em todos os níveis da realidade espiritual. Eles são os devas, os espíritos dos rios, os espíritos das árvores e da Terra. Deus chega até vocês também, diretamente, intimamente, nos indícios do seu próprio coração.

A bênção pode ser sentida por aqueles que percorrem o fluxo da sagrada vida, que reconhecem a vida que está em toda parte. A bênção pode ser sentida por aqueles que abrem os seus corações e pedem para sentir a unidade de tudo – que pedem um fim para a separação e para que sejam parte do Todo.

É uma questão de estender a sua mão, amados. Toquem as árvores com a sua mão. Toquem as folhas com os seus dedos. Toquem o ar com a sua respiração. Toquem o céu com a sua reverência e admiração.

Vocês já estão lá. Vocês já estão em casa. Você já fazem parte de Tudo O Que É.
Fonte: http://www.lightomega.org/Earth/ANC/The-Call-of-Life.html
Cure o Mundo - http://www.youtube.com/watch?v=JRKIPhHmvhs
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


ATIVE O SEU DNA – ELEVE A SUA FREQUÊNCIA - Mensagem de Selácia - em 09 de Setembro de 2011.


 
 
Vocês e o resto da humanidade estão em um processo de transformação espiritual, descobrindo como incorporar uma consciência mais elevada. Enquanto vocês avançam neste processo, menos o medo se torna uma força motriz em sua vida.

“À medida que vocês evoluem espiritualmente, a energia que vocês transmitem ao mundo é mais amorosa. Esta energia amorosa mantém uma frequência, também considerada como uma medida de vibração. A frequência do amor é mais elevada do que a do medo. Quanto mais vocês puderem incorporar a frequência do amor, mais amor vocês experienciarão no mundo.


“Vocês estão no processo agora de fazer esta mudança. Ela é grande e irá mudar tudo em sua vida. Esta mudança acontece ao longo do tempo. Ela envolve energia e consciência. Vocês se sairão melhor em alguns dias do que em outros. Afinal, o modo de ser baseado no medo que vocês aprenderam deve ser esquecido. Está muito enraizado em vocês e em todos que vocês encontram.


“Vocês não podem manter eficazmente as energias de frequência mais elevada se estiverem fora do equilíbrio em qualquer nível – físico, emocional, mental ou espiritual. Mesmo a pessoa mais experiente será desafiada a permanecer em equilíbrio, assim não se julguem ou aos outros. Descubram como se tornar mais conscientes do que estão pensando, sentindo e fazendo. Investiguem e coloquem em ação as ferramentas de transformação que os ajudarão a encontrar e permanecer em seu centro.


MOVENDO-SE EM DIREÇÃO ÀS ENERGIAS DE FREQUÊNCIA MAIS ELEVADA


“Como eu descrevo em meu novo livro, cada um de nós está em um processo de despertar. Estamos aprendendo a manter e transmitir as energias de frequência mais elevada do amor. Isto não é uma tarefa fácil. Estamos mergulhados no medo; as gerações anteriores a nós foram condicionadas a viver de uma maneira desconectada e disfuncional. O que aprendemos deve ser esquecido. As falsas noções que alimentaram as nossas superstições e o ódio devem ser trazidas à luz e desmanteladas.


“Uma das maneiras mais poderosas que conheço para trazer a mudança necessária é trabalhar com o nosso próprio DNA.


“Vocês sabiam que o DNA nas células do seu corpo é divino e inteligente – capaz de lhes dar uma contínua fonte de sabedoria?


“Vocês sabiam que o que está armazenado em seu DNA irá influenciar o seu progresso espiritual e a sua habilidade de manter as frequências mais elevadas do amor e da alegria?


“Nosso DNA é como um registro akashico da jornada de nossa alma ao longo do tempo. Todas as nossas experiências estão lá no DNA. Isto inclui os sistemas de crenças, a sabedoria de vidas passadas, dons aperfeiçoados em outras existências, nossas tendências herdadas através da linha genética de nossos antepassados, e os nossos julgamentos e preconceitos aprendidos ao longo do tempo.


“Para a maior parte de nós, são necessárias, literalmente, existências para dominar a maioria das qualidades benéficas como a bondade e a paciência.


“Nós temos a oportunidade – com a ativação e a cura do DNA – de mudarmos os padrões disfuncionais que, de outra forma, poderiam permanecer como obstáculos para vidas futuras. Enquanto limpamos os padrões de vibração menos elevada, elevamos a nossa frequência. Quando ativamos o nosso DNA, nós temos um impulso imediato em nossa frequência. Conectamo-nos com uma maior consciência de quem nós somos, quem não somos e por que estamos aqui.


“Ferramentas que nos ajudam a elevar a nossa frequência incluem a meditação, sons sagrados, óleos essenciais terapêuticos e cristais. Estas ferramentas nos ajudam em nosso processo de iluminação e eu as incorporo em meu trabalho de cura.”





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Tradução: Regina Drumond

Calendário e Profecias Maias - Juízo Final




Todos os anos, turistas de todas as partes do mundo invadem Chichen Itza, a antiga cidade maia na selva da península mexicana de Yucatán, com o fim de assistir um estranho fenômeno. Às 15 horas, nos equinócios da primavera e do outono, o jogo de luz e sobras forma a silhueta de uma serpente sobre uma escada da pirâmide de Kukulcan. Esta silhueta simboliza a serpente descendo do céu para o plano da existência terrestre e entrando no final do dia nas profundezas.


Enquanto desliza pela escada até penetrar na terra, o corpo da serpente se encontra com a sua cabeça esculpida na base da milenar pirâmide. Mas, esse fenômeno seria mais que um ritual religioso?


A Silhueta da Serpente


Para alguns, a serpente é um alerta, entre os muitos que os maias nos deixaram, de uma catástrofe que está prestes a acontecer.


Os pesquisadores não sabem o significado da serpente (Um dos símbolos da casa de Enki, o deus sumério, vindo do planeta Nibiru, era na realidade a serpente - sobre Enki. Foi preciso ter muito conhecimento cientifico, para posicionar a pirâmide de modo a obter esse efeito. Foi erguida há mais de mil anos, e não como atração turística. Muitos acreditam ser um alerta sobre o fim do mundo, que para os maias, não era uma idéia vaga e abstrata, mas um evento muito real e específico. O dia do juízo final para os maias era a destruição total do mundo e de seus habitantes.


Quase todas as religiões falam de um juízo final. A diferença entre a religião maia e as outras, é que o calendário maia, um instrumento de tempo e espaço, menciona a data específica do fim da humanidade.


Como os maias usaram esse calendário para prever fatos futuros, inclusive o fim do mundo, com tanta precisão? Para decifrar essa profecia, precisamos de um breve panorama dessa antiga civilização, cujo povo era tão misterioso quanto a densa floresta em que vivia.


A cultura maia, uma ramificação da civilização olmeca, começou a emergir em torno do ano 500 a.C. Entre 600 e 900 d.C., a civilização maia clássica despontou nos atuais México e América Central.


Os maias clássicos comparavam-se às civilizações antigas do Oriente Médio. Os sumérios, as civilizações mesopotâmicas, os egípcios pré-industriais. Tinham escrita hieroglífica, extensas redes comerciais, arte, cultura e tudo mais.


A cidade de Chichen Itza era o centro religioso, cerimonial e cultural da região. Embora, ainda não utilizassem a roda, os maias adquiriram conhecimento avançado de astronomia, arquitetura e matemática, enquanto as sombras da Idade Média ainda cobriam a Europa.


Os sítios maias tinham observatórios astronômicos. O mais famoso é o de Caracol, em Chichen Itza. Os arqueólogos nos anos 20 e 30 perceberam que se podia fazer observações astronômicas por suas janelas. Faziam previsões baseando-se nos equinócios e nos ciclos de Vênus.


Caracol - Observatório Astronômico Maia


Os maias registraram seu vasto repertório de cálculos astronômicos, inclusive a profecia do fim do mundo e outras previsões em calendários e códices escritos em complexos hieróglifos. Esse conhecimento avançado do tempo e do espaço culminou no projeto e construção da pirâmide de Kukulcan, nome da divindade suprema dos maias. Essa pirâmide é tão extraordinária porque sua estrutura, na verdade, é um calendário tridimensional.


A pirâmide de Kukulcan é um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade, é um calendário. Somando os 91 degraus de cada lado com a plataforma, o total é 365, como os dias do ano. O incrível é que os maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio o sol atinja a face norte, criando a sombra de uma serpente gigante.

Pirâmide de Kukulcan


Como os maias adquiriram esse profundo conhecimento do tempo continua um mistério, mas eles atribuíam esse saber a Kukulcan, um deus onisciente que, estranhamente, não tinha nenhuma semelhança com o povo de pele morena.


Descreviam Kukulcan como um homem alto e branco, com longos cabelos, barbas brancas e brilhantes olhos azuis. Tinha o crânio alongado. As mães maias amarravam tábuas na cabeça dos bebês para alongar os crânios (vide artigo neste blog, intitulada “Que a Paz Vos Acompanhe", em que há uma gravura do crânio alongado de um Annunaki). E temos artefatos com essas formas. A questão é quem era Kukulcan: Uma divindade? Um annunaki? Um homem?


Kukulcan viveu em Chichen no século X. Todas as evidências se referem a esse individuo benevolente. Um ser com valores elevados, que passou para as diferentes comunidades em que viveu.


Por volta do ano 1000 d.C., por razões desconhecidas, Kukulcan deixou Chichen Itza e voltou para o mar, de onde muitos acreditam que ele viera. Antes de partir, prometeu ao povo que um dia voltaria, mas isso nunca aconteceu.


Em seu lugar chegou outro homem branco de barba, Hernan Cortez. Quando o conquistador espanhol aportou em 1519, os maias pensaram se tratar da volta do grande líder, Kukulcan. Essa confusão quase levou à destruição da cultura maia.

Hernan Cortez


O impacto da conquista sobre a cultura maia foi devastador. Em 50 anos perderam 90% da população. Por isso, não temos dados, não sabemos que aconteceu na região maia na antiguidade. A destruição cultural foi conseqüência da repulsa que os espanhóis sentiram pelos rituais maias, como o alongamento de crânios infantis para imitar o de Kukulcan e o mais terrível de todos, o sacrifício humano, que eles faziam pois o sol precisava ser alimentado para fazer a passagem pelo céu e sob a terra, como o sol noturno. E o sol se alimentava de sangue humano.


Um bispo espanhol, que escreveu um relato sobre os maias, narrou que as vítimas dos sacrifícios costumavam ser crianças, escravos ou prisioneiros de guerra:


“Antes de seu coração ser arrancado, era levado a corte com grande pompa e um numeroso séqüito. Arrancavam a pobre criatura e rapidamente a deitavam-na sobre uma pedra. Nesse momento, o algoz se aproximava com uma faca de pedra e fazia uma cruel incisão com grande habilidade. Então, como um tigre voraz, arrancava-lhe o coração ainda palpitante. Em seguida, o entregava em uma bandeja ao sacerdote, que ungia as faces dos ídolos com o sangue fresco.”


Sacrifício Humano

Os padres espanhóis declararam essas práticas, obras do demônio. Forçaram os maias a se converter ao cristianismo e destruíram quase todos os registros escritos desse povo, pois eram considerados objetos “demoníacos”, como os códices e livros com hieróglifos que encontraram. Se os códices não tivessem sido queimados, saberíamos muito mais sobre a astronomia, o calendário, a profecia maia e a ideologia que sustentavam. Padres compreensivos conseguiram salvar apenas quatro códices que hoje se encontram em bibliotecas na Europa. Um desses manuscritos é conhecido como Codex de Dresden. Esse texto seria a chave para o calendário e as profecias maias. Para alguns, suas paginas guardariam não só a história futura da humanidade, como a data exata de nosso fim.

Codex (Códice) de Dresden


Os escribas maias redigiram os manuscritos sobre longas folhas de papel, feito com a casca da figueira. Essas folhas que mediam até 7 metros eram cobertas de tinta de cal e depois dobradas como um acordeão.


Se para os padres espanhóis que os destruíram, esses códices com suas cores vivas, imagens exuberantes e hieróglifos complexos eram obras do demônio, para os estudiosos das bibliotecas européias, onde os quatro códices restantes hoje se encontram, esses antigos textos são fonte de um fascínio inesgotável. O mais importante desses manuscritos foi comprado em Viena, em 1739, pelo diretor da Biblioteca Real de Dresden, na Alemanha. Ele o levou para a sua cidade e o deixou na biblioteca, onde ficou intocado, juntando poeira, durante mais de um século. Então, em 1880, um estudioso alemão, chamado Ernst Fostermann, começou a estudar o códice detalhadamente. Com persistência e determinação, conseguiu decifrar os hieróglifos e revelou a visão que os maias tinham do futuro e do universo.



Os especialistas logo descobriram que o códice continha uma série de previsões astronômicas. Os eclipses e os ciclos lunares e venusianos estavam claramente apresentados. Era um diagrama da atividade galáctica, que se estendia por milhares de anos no futuro. Eles também perceberam que o códice apresentava um calendário, mais avançado até mesmo do que os atuais. Dentro desse complexo calendário parecia haver previsões ligadas a diferentes eras históricas. Para entender as profecias maias, inclusive a do fim do mundo, era preciso saber como o calendário se organizava. Não era tarefa fácil. Estudiosos, arqueólogos e epígrafos levaram mais de um século para decifrar as profecias e o calendário no qual elas se baseiam. Ainda incompleto, o minucioso trabalho de decifrar o Codex de Dresden e compará-lo às inscrições maias nos monumentos continua, mas há uma certeza, os maias não apenas calculavam o tempo, como eram obcecados por ele.


Calendário Maia

Outras civilizações se interessavam pelo tempo, mas os maias eram mais meticulosos. Eram muito exigentes e trabalhavam com números altos e isso lhes permitiu atingir altos níveis de exatidão.


A obsessão maia nasceu de uma visão do tempo, muito diferente da nossa.


A maior diferença entre os maias e outros povos, especialmente para nós, ocidentais, é que para os maias e para outros povos do México e da América Central, o tempo era algo que ocorre e volta a ocorrer O tempo era cíclico. Para nós, ocidentais, o tempo é linear, começou em algum ponto, seguiu em frente e continua a avançar. Para os maias, algo que aconteceu no passado, certamente voltará a acontecer outras vezes, continuamente.


Uma mensagem do calendário maia é que nossa vida está contida em ciclos bem mais amplos do que nossa vida individual. Isso nos dá uma perspectiva e nos permite ver a historia como um tipo de rede. O calendário maia pode ter valor porque reproduz ritmos naturais. Sugere que os ritmos e ciclos naturais são reais e muito necessários para a vida.


Com essa visão cíclica do tempo, os maias criaram o que muitos consideram o calendário mais sofisticado, jamais concebido por uma civilização. Complexo e preciso, na verdade são três calendários em um.


O primeiro e mais conhecido é o calendário solar, chamado Haab. Tem 365 dias divididos em 18 meses e 20 dias, mais um curto período de 5 dias, considerado muito desfavorável. Os cálculos dos sacerdotes maias são tão exatos que o Haab é 4 segundos mais preciso do que o calendário usado hoje.


Além do Haab, os maias tinham um calendário cerimonial de 260 dias, chamado Tzolkin.
Tzolkin

O ciclo sagrado de 260 dias consistia de 13 números combinados com 20 dias. Então, 13 vezes 20 são 260. A importância desse calendário sagrado era ser usado pelos maias para entender várias dimensões da experiência humana, por exemplo, baseia-se no período de de 9 meses da gestação humana, aproximadamente 260 dias. Os maias usavam o calendário sagrado para unir os processos divinos e terrenos.


O calendário sagrado mapeava o destino dos maias. Cada dia do Tzolkin tinha um significado especial, ditado pelo seu nome e alinhamento astrológico a ele associado como em um mapa do zodíaco. Os maias usavam o calendário sagrado para batizar crianças, decidir o melhor dia para batalhas e casamentos e prever fenômenos astronômicos como eclipses e os ciclos de Vênus, que é o astro mais brilhante do céu. Às vezes nasce de manhã, às vezes é a primeira estrela da noite. Segue um ciclo de 584 dias. Podiam prever sua posição. Por ser tão brilhante, entrou para o panteão maia.


Os maias combinavam o Haab com o Tzolkin, como duas engrenagens, formando o calendário circular.

Eclipse Lunar
O calendário circular é um ciclo de 52 anos que combina o ano solar com o ciclo de 260 dias. Os números, os dias e os meses só se repetiam a cada 52 anos. O ciclo do calendário de 52 anos equivale ao nosso século. O calendário circular era simplesmente como calculavam o tempo do dia-a-dia. A maioria dos maias tinha sorte se conseguisse sobreviver aos 52 anos do calendário circular. Os maias mais velhos morriam com 80 anos de idade. Não tinham o conceito de século. Todas as suas experiências cabiam no ciclo de 52 anos.
Além do calendário circular, o alemão Ernst Fostermann descobriu que os maias calculavam o tempo com mais um calendário, o de conta longa. Esse sistema era central para o conceito maia de tempo. Foi a partir desse calendário que os maias calcularam o fim do mundo e fizeram outras previsões.


A conta longa media o tempo transcorrido desde a mítica origem dos maias, transcendia o tempo de vida de reinos e indivíduos. Após anos recolhendo dados astronômicos, arqueológicos e iconográficos, estudiosos calcularam que o calendário de conta longa teria começado em 13 de agosto de 3114 a.C. e terminaria 5125 anos depois, em 21 de dezembro de 2012, o dia do juízo final.


A conta longa contém unidades de tempo chamadas Katuns que equivalem a cerca de 20 anos. Para cada Katun, os maias formulavam uma profecia específica. Os Katuns e suas profecias se repetiriam a cada 260 anos. Um misterioso maia chamado Chalam Balam escreveu o que aconteceria durante esses períodos.


As melhores profecias maias estão no livro de Chalam Balam. Era o nome do sacerdote que previu a chegada dos brancos barbados a Yucatán. Os maias sobrepuseram o ciclo Katun a sua historia e supuseram que se repetiria infinitas vezes.


Por exemplo, o 13 º Katun ocorreu em 1520, quando os conquistadores espanhóis chegaram ao México. Voltou a ocorrer em 1776, período que corresponde às revoluções francesa e americana.
O sacerdote maia Chalam Balam fez a seguinte previsão para o 13 º Katun:


“Será uma época de total ruína, onde tudo se perderá. Será a época do julgamento de Deus. Haverá epidemias e pragas e depois virá a fome. Estrangeiros conquistarão governos e sábios e profetas encontrarão o seu fim.”

As profecias de Chalam Balam estão abertas a interpretações, mas são tão especificas que suscitaram previsões curiosas e até mesmo assustadoras de outros acontecimentos históricos. Por exemplo, o 5º Katun menciona:


“Um tempo de infortúnios, de cisão entre líderes e liderados – o povo perderá a fé em seus líderes, que poderão ser maltratados, até mesmo enforcados. Haverá também cobras em abundância, a fome será grande e poucos nascerão nesse período.”


Guerra de Secessão - 5º Katun


O 5º Katun ocorreu pela última vez no período de 20 anos, que começou em 1855, quando ocorreu a Guerra Civil Americana. A dissolução da União confirma a profecia de que líderes e liderados se separarão e o mais dramático é que o assassinato do presidente Lincoln parece atestar que líderes serão maltratados.

Abraham Lincoln


Os que acreditam na profecia maia se debruçam sobre outros ciclos Katuns e notam estranhas semelhanças entre o passado distante e a história mais recente.


Há dois aspectos muito interessantes nos ciclos Katun que podemos comparar ao presente. Um seria a ocorrência do 8º Katun que parece coincidir com alguns problemas culturais, culturas em desordem, culturas se desfazendo. O último 8º Katun se deu nos anos 60. Ocorrências anteriores do 8º Katun foram devastadoras para os maias. Segundo o livro de Chalam Balam estão entre as piores. O último baluarte maia foi derrubado no 8º Katun, na década de 1690.


Durante o 8º Katun, Chichen Itza, uma das maiores cidades de Yucatán, foi destruída. Muito depois, durante os tumultos da década de 60, assassinatos políticos e a Guerra do Vietnã, levaram a profundas divisões nos Estados Unidos. Estes fatos, aparentemente dissociados, se unem na profecia do 8º Katun.


“Uma época de extermínio e destruição entre os governantes, do fim da cobiça, mas de muita luta. Uma época de se fixar em outro lugar.”


Eventos tão disparatados como Watergate, o escândalo Irã – Contra e a campanha contra a fome na África, parecem unidos na previsão para o 6º Katun, que aconteceu pela última vez no período de 20 anos, que teve início em 1973.


Nixon e o Escândalo de Watergate - 6º Katun

“Uma época de governo mau e enganoso. Muitos morrerão de fome.”


O atual Katun, o número 4, começou em 1993 e terminará em 2012. Durante esse período, segundo Chalam Balam, a divindade suprema retornará a Terra, anunciando o início de uma nova era. O 4º Katun foi descrito por Chalam Balam, como uma época de relembrar o conhecimento em meio à escassez. E da chegada do pássaro Quetzal, Kukulcan. É um prelúdio para as mudanças maiores, que ocorrerão no 13º e 11º Katuns, daqui a muitas décadas. Então, no presente estaríamos no começo da mudança para uma nova era.


Os eventos de 11 de setembro e suas conseqüências desempenham um papel central nas mudanças que acontecerão na nova era que as profecias aludem. 11 de setembro de 2001 corresponde a data de Imox 6 do calendário maia, um dia que representa mudanças, segundo textos antigos. O subseqüente ataque ao Afeganistão aconteceu na data maia de Kiej 6, que significa o ajuste ou o equilíbrio.


World Trade Center


Talvez, o que mais importe no calendário da conta longa seja um tema mais abrangente. Na cosmologia maia há 5 grandes ciclos, cada um com cerca de 5125 anos. Quatro já passaram. (sobre os 5 períodos/Raças Mãe.


Os quatro ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do fim do mundo refere-se ao final do 5º ciclo, o último dia, ou seja o dia 21 de dezembro de 2012.


Portanto, o 5º e atual ciclo, como os anteriores, também terminará em destruição. Se for assim, o que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico, que os maias previram há mais de 2000 anos.


Os antigos maias previram que o mundo acabaria no 13º Katun de seu calendário de conta longa. Esta data corresponderia a 21 de dezembro de 2012. Os maias não escolheram essa data de modo arbitrário. Eles a calcularam deliberadamente, usando o avançado conhecimento astronômico que desenvolveram.


A profecia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro da nossa galáxia, a Via Láctea. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26 mil anos.


Ao mesmo tempo, ocorre outro raro fenômeno astrológico: uma mudança do eixo da Terra em relação à galáxia. O fenômeno se chama precessão, que também leva 26 mil anos e a data exata em que se dará esse extraordinário alinhamento galáctico será 21 de dezembro de 2012.


Precessão


Como os maias conseguiam prever fenômenos cósmicos 26 mil anos no futuro, continua um mistério, apesar do constante trabalho dos pesquisadores. Sabe-se que, por alguma razão, eles atribuíam grande importância ao ciclo da precessão.


A precessão era uma medida astronômica tão lenta que a consideravam um sistema fundamental no qual embutiam sua história e com o qual se localizavam no contexto do tempo.


Os maias atribuíam muita importância a esse raro alinhamento que não só marcava o dia da aniquilação, como permeava as raízes dessa cultura.


Para saber o significado desse alinhamento cósmico, temos de estudar os textos sobre o mito da criação maia. O Popol Vuh, ou o mito dos heróis gêmeos.


O Popol Vuh, o equivalente maia da Bíblia, foi traduzido logo após a conquista espanhola, no século XVI. Segundo esse texto, a fenda escura na Via Láctea era a entrada para o reino do além, uma porta para o mal. É com o centro dessa mesma fenda que o sol vai se alinhar em 21 de dezembro de 2012.


Popol Vuh

Segundo o texto sagrado, os senhores das profundezas que habitam a fenda desafiaram o Primeiro Pai, uma mítica figura maia, para um jogo de bola. Ele aceitou o desafio e entrou na fenda escura, mas os malignos deuses traíram o Primeiro Pai e o decapitaram. Seus filhos, os heróis gêmeos, vingaram sua morte ao derrotar as forças das trevas em um jogo épico e assim ressuscitaram o Primeiro Pai.


Existiria uma ligação entre essa lenda maia e a profecia de 2012? No livro sagrado, o nome do Primeiro Pai, Un-Hunapú, assemelha-se ao termo Uan-ahu do calendário maia, que significa primeiro sol. O primeiro sol do novo ano é o sol do solstício de inverno que ocorre em 21 de dezembro.


A história dos heróis gêmeos do Popol Vuh poderia conter mais pistas para decodificar a profecia do juízo final? Os que acreditam na profecia apontam para mais um convincente elo entre o alinhamento galáctico em 2012 e a cultura maia.


Heróis Gêmeos


Na antiga quadra de jogos em Chichen Itza, a maior do gênero em toda a Meso-América, os maias disputavam o mesmo jogo que os heróis gêmeos jogaram contra o senhores do mal, como está no Popol Vuh. Era um híbrido de basquete e futebol, cuja meta era passar uma bola por um aro, usando apenas os joelhos e os quadris. O primeiro time a marcar um ponto vencia.


Quadra de Jogos em Chichen Itza


Um painel talhado em uma parede lateral mostra um jogador sendo decapitado no centro da quadra. Muitos acreditam que esse era o destino do perdedor, mas uma interpretação mais recente sugere que o capitão do time vencedor era sacrificado como uma meritória dádiva aos deuses. No painel o sangue jorra de seu pescoço na forma de serpentes. O jogador decapitado está ajoelhado diante de uma bola, dentro dela um crânio diz as palavras que simbolizam a morte.


Mais do que uma competição atlética, esse jogo seria uma representação dos fenômenos galácticos de 2012 e do final dos tempos? Alguns acreditam que sim.


O simbolismo do jogo é muito interessante em termos do alinhamento que ocorrerá em 2012. Lembremos que no alinhamento de 2012, o sol se aproximará do centro da Via Láctea. No simbolismo do jogo, a bola é o sol, a quadra representa a Via Láctea e o aro é o centro da nossa galáxia. A bola entrando no aro representa o final dos tempos.


Aro no Centro da Quadra


Como possuíam uma astronomia avançada parece plausível que os maias tenham concebido o calendário maia de conta longa de modo a terminar em 21 de dezembro de 2012. Nessa data, a Terra completará um raro ciclo em torno de seu eixo e o sol se aproximará do centro da Via Láctea. Os maias acreditavam que esse fenômeno cósmico desencadearia um cataclismo e o fim do mundo? Eles podem ter deixado pistas em seu texto sagrado e na quadra de jogos, mas ainda não temos uma resposta definitiva.


Não sabemos como os maias viam o final da conta longa. Eles não podem nos dizer. Mas eles se interessavam por finais de períodos. Tanto que nomeavam os períodos segundo os finais. Então, um final como o do calendário de conta longa seria muito importante e alvo de muita atenção.


Talvez a chave para entender o verdadeiro significado da profecia do juízo final, esteja não no cosmos, mas na Terra. Se for este o caso, a queda dos maias pode oferecer pistas tão reveladoras quanto perturbadoras.


Os maias previram que o juízo final ocorreria em 21 de dezembro de 2012, mas exatamente o que acontecerá nesse dia? A ruína da própria civilização maia pode ser um prenúncio. Em 900 d.C, regiões inteiras, ao sul, foram abruptamente abandonadas. A maioria dos avanços técnicos dos maias perdeu-se na historia. Centenas de anos se passariam antes que os maias revitalizassem suas cidades.


Ao norte da península de Yucatán, a civilização maia chegou a um novo apogeu. Primeiro, com Chichen Itza, depois com Mayapan e vários outros centros. Quando os espanhóis chegaram, encontraram uma grande população. Essa população resistiu aos espanhóis até 1542.


O que causou o súbito colapso da civilização maia na região sul?


Essa é a grande pergunta. Na verdade, ninguém sabe a resposta. O Prof. Arlen F. Chase acha que os maias desapareceram devido a questões ideológicas e mudanças políticas e que o calendário indicou a eles que mudanças aconteceriam. E os maias se julgaram incapazes de fazer frente a esses eventos.


Então os maias previram seu próprio fim? O ano de 900 d.C. em que se deu sua extinção, corresponde ao 10º Katun no calendário maia. Segundo o texto do sacerdote Chalam Balam, esse Katun anuncia tempos sombrios:


“Mais uma vez a desgraça se abate sobre a terra. O Katun traz seca e fome, numa época de ocupação estrangeira, mudanças e tristezas.”

A profecia contida nesse Katun, parece transpor o tempo e ecoar no ciclo de 20 anos, em que se deu a II Guerra Mundial, certamente uma época de infortúnios, ocupação e grande tristeza.

Se os maias acreditavam que a história se repetia, segundo os ciclos celestes, é possível que tenham associado a sua ruína a um súbito e catastrófico fenômeno cósmico.


II Guerra Mundial, época de infortúnios, ocupação, tristeza


Uma complexa teoria proposta por um cientista sugere que o aumento de manchas no sol pode ter levado ao aquecimento do clima e provocado secas e fome. Até que essa teoria seja comprovada, cientistas, arqueólogos, antropólogos e historiadores sugerem outras possíveis causas para o colapso, como excesso populacional, exaustão dos recursos naturais e guerras freqüentes.


O declínio dos maias ocorreu por uma combinação de fatores. Os maias chegavam ao fim de um dos períodos Baktun (1 baktun = 20 katuns). Então, podem ter cumprido um apocalipse anunciado. Por outro, lado um dos fatores era a cobiça, pois os reinos se proliferavam. É uma mensagem preocupante para nós. A cobiça pode preceder a queda de uma civilização.


Nesse contexto, a profecia do juízo final, apesar da complexa explicação astronômica que a cerca, pode ser simples: todas as civilizações nascem, prosperam e perecem. Após sua queda, uma nova ordem emerge. De fato, o calendário maia, sugere que depois de 2012, uma nova era pode surgir. Mas, como seria essa era, continua um mistério, embora eu acredite que a Terra iniciará sua transição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Após 2012, o 2º Katun ocorrerá mais uma vez. Talvez, sua profecia. escrita por Chalam Balam, possa oferecer uma pista do que está por vir:


“Para metade haverá alimentos e para outros, infortúnios. É a época em que terminará o mundo de Deus. A época de se unir por uma causa.”

Isso sugere que precisamos parar e pensar no que fizemos no passado e sobre o que estamos fazendo no presente. E como devemos proceder no futuro próximo. A única coisa que nos distingue dos maias, especialmente dos pré-hispânicos é o tempo. Deveríamos estudá-los e aprender com suas profecias para entender melhor nossa sociedade e nosso mundo e esses eventos que estão associados e que sabemos que ocorrerão.


Civilização Maia


Esse é apenas um modo de interpretar a profecia maia do juízo final. Alguns a entendem como um período de reflexão, mas outros a analisam de um modo totalmente diferente. Para eles, a profecia é um alerta que, se ignorado, pode levar a um desastre de imensas proporções.


O calendário avança, forças galácticas entram em alinhamento, a profecia maia se aproxima. O que acontecerá no fatídico dia de 21 de dezembro de 2012? A resposta, segundo os estudiosos que o decifraram, pode estar na última página do Codex de Dresden, em que há a previsão de uma série de fenômenos astronômicos. Ciclos venusianos, lunares, de eclipses. A última página mostra a destruição do mundo pela água.


Dilúvio de Novo?


Em 2012 a Terra será aniquilada por um grande dilúvio, como anuncia o Codex de Dresden? Testemunharemos a aurora de uma nova era? Ou será apenas um dia como qualquer outro? Só o tempo dirá, mas o tempo, como os maias bem sabiam, está se esgotando.


Que no juízo final, tenhamos juízo, afinal.

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