segunda-feira, 12 de abril de 2010

Conhecendo um pouco sobre os Nossos Corpos


Leonardo da Vinci em sua genialidade descobriu que o homem com suas extremidades abertas, a cabeça e os membros, formavam um círculo. Forma perfeita, o círculo é o formato do Sol , da Lua, da Terra,dos planetas e de nossas vidas. Ciclos e ritmos que se repetem constantes e perfeitos no nosso batimento cardíaco, na respiração, nos estágios embrionários e no desenvolvimento da vida e da morte.
As extremidades do corpo físico merecem a nossa atenção, mais do que imaginamos. São pelas extremidades, cabeça, pés e mãos que interagimos fisicamente com o Universo. É através das pontas dos dedos e da palma das mãos que a energia de todos os corpos que temos, sai.
Você pode então me perguntar:
-De onde vem essa energia dos corpos? -Dos Chakras, respondo. E os corpos a que me refiro são sete: o corpo búdico(divino), o corpo espiritual, e o corpo físico. O corpo físico é o nosso corpo mais denso e pesado. O corpo búdico é o da santidade que alguns raros seres humanos conseguem acender (santos, seres de luz), e os demais corpos: o intelectual ou mental, o emocional e o corpo etéreo ou etérico. Cada um esrtá descrito no menu ao lado.
Estas forças corpóreas estão por trás dos aspectos materiais do corpo humano, que com suas funções e habilidades formam um complexo sistema de energia sem o qual o corpo físico não poderia existir.O corpo físico é o nosso corpo mais denso e nele temos o maior percentual líquido, o sangue.
O Sangue é constituído de plasmas e glóbulos sanguíneos, que circula pelo coração, artérias, vasos e capilares, e desempenham numerosas funções no organismo, tais como o transporte de gases respiratórios, participação de mecanismo de defesas e etc... Assim como de forma visível os vasos sanguíneos transportam o sangue, o corpo duplo etérico ou bioplasmático possui finos canais(meridianos)chamados nádis. Eles representam um tipo de artéria etérica ou canais de energia. A palavra “nadi” vem do sânscrito e significa tubo ou veia. Sua função é conduzir o prana, a energia vital, através do sistema de energia etérica, captando e transmitindo a energia vital.
A captação da energia vital, o prana, se manifesta espontaneamente pelas fontes de vida que são o Sol, o ar , a terra e as plantas. O transmitir desta energia ocorre através do físico, do etéreo e mais o auxílio dos corpos mental e espiritual. Se empregarmos também estes corpos para a captação de energia, a potência adquirida se torna surpreendentemente maior.
Sabemos o quão perfeito é nosso corpo físico e um detalhamento sobre seu funcionamento seria mais bem apresentado por um especialista em medicina ou anatomia. O que o Site se propõe a apresentar é despertar dentro do homem a consciência de potencialidades latentes que o corpo físico possui e que agora estão sendo reconhecidos pela ciência.
Seres humanos muito próximos à natureza desenvolvem essa sabedoria de forma espontânea, conscientemente como os índios de diferentes origens e épocas ou de forma inconsciente como os atuais caiçaras de praias ou roceiros do campo,que expressam satisfação e felicidade pela vida que têm e forte resistência física perante suas fontes não civilizadas. A melhor maneira de conceber o prana é acreditar que toda energia é matéria, mesmo que em diferentes dimensões e que toda matéria é energia.
Partindo do princípio que a matéria energética é física, mesmo sem podermos vê-la, para acioná-la é preciso que se tenha o desejo do espírito para faze-lo,a intenção na ordem mental de executarmos,o físico para agir na matéria e o etérico para onde atua a energia fluídica.
E então, voltamos as extremidades...as pontas dos dedos.....direcionados com a intenção do desejo do corpo-espiritual, com a aplicação de conhecimento do corpo-mental na visualização de cores e de energia vital, pode-se energizar um lugar com boas vibrações próprias ou, ajudar um mal estar físico em decorrência de desarmonia etérea em outra pessoa.



Relato Pessoal: Há um exemplo que considero magistral. A super-campeã olímpica de origem romena, recordista imbatível de todos os tempos, a ginasta Nádia Comanecci, antes de iniciar seus solos perante o mundo, nas Olimpíadas ,ela desenhava com as mãos o trajeto que iria fazer em sua demonstração.Demorava mais tempo alinhando sua “teia” do que o próprio exercício executado que se apresentava de forma perfeita;única ginasta que até hoje obteve nota 10 em todos as modalidades. Ela se concentrava e desenhava no astral, enviando suas linhas no etéreo e as materializava lançando-se com o físico.
* texto extraído do site www.eradeaquario.com.br , de Regina Braga

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