segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sete Bloqueios Cármicos

Há 4 padrões cármicos acumulados nas nossas células que, quando estão activos, fazem-nos cair ou na plastificação ou numa visão medieval do bem e do mal.

São eles:

- arrogância e violência – 1º Chacra;

- adicção ou viciação – 2º chacra;

- preconceito – 3º chacra;

- ódio e vitimização – 4º chacra;

- vergonha e culpa relacionados com o ser psíquico como um todo.

São estas as 7 grandes barreiras vibratórias para que a luz do nosso ser possa vir ao de cima.

Nós temos um corpo marcado pelas últimas gerações, um corpo marcado por toda a história da cristandade, depois temos um corpo marcado pela aventura grega, depois um corpo marcado pelos pré-clássicos (Babilónia, Egipto, Suméria), depois um corpo marcado por uma fase protohistórica em que os homens e os extraterrestres do Comando Ashtar conviviam (e não sabemos nada disso) e depois temos uma informação terrível acerca de um colapso total que tem a ver com o fim da Atlântida.

Está marcada em nós e é dessa camada atlante que vem a morte.

Por isso é que estes operadores de imortalidade (Ptah, Ulikron, Enoch, Urvana, Samana, Shamuna) estão todos aí outra vez.

Todos os seres humanos são portadores de uma essência divina com capacidade de reconversão espaço/tempo/matéria/energia (submetidos à consciência Merkabah).

Merkabah é quando o espaço/tempo/matéria/energia é submetido à consciência, é a inversão do processo.

E Eles avisam que, em 2015, os portais de Portugal são zonas de remoção das membranas intercelulares e áreas de reconversão. ~

Ou seja, em 2015 a consciência vai-se sobrepor à matéria e à energia nessas zonas.

Os sinais são: ausência de fome, de sono, de consaço; capacidade de extrair humidade da atmofera pela respiração; melhoria intensa da actividade visual; memória instantânea de civilizações anteriores; queima das gorduras do sangue; aumento da temperatura corporal; sensação de segurança, embalo e acompanhamento emocional como se estivéssemos nos braços da Grande Mãe; paz; iniciativa; criatividade; Alegria. Eles querem muito que se fale em alegria porque é um dos principais indicadores do processo de Ascensão.

Enquanto a nossa consciência estiver debaixo destes 7 padrões cármicos (arrogância, violência, adicção, preconceito, ódio, vitimização, culpa), são os elementos que estão a travar a inversão, o nível Merkaba do teu ser não é ligado.

Portugal teve que perder, teve que ficar pequeno (e cada vez mais pelo menos em termos de flora).

Ainda não consegui definir se pelo facto de termos perdido 50% de área florestal é uma operação das forças negativas para baixar o nível etérico do país ou se é perder ainda mais.

Quando estes 7 padrões cármicos forem removidos, a luz que está no fundo do ser vem ao de cima com toda a intensidade e essa luz é imortal.

Eles dizem que cada um destes padrões cármicos deve ser substituído por um padrão criativo de luz.

Exemplo:

Não combatam a arrogância porque ela aumenta – substituir a arrogância pela consciência da magestade interior.

Eles dizem que a violência é das mais belas de todas porque é a energia guerreira para a manifestação do Rei. Os mais violentos deviam ser amados por isso mesmo porque eles são os grandes guerreiros. É o que Eles dizem! Os mais violentos são os que deviam ser amados porque são os portadores da energia guerreira para a manifestação do Rei.

Vejam como os pleiadianos vêem isto! Enquanto nós vemos arrogância Eles vêem: " aqui está um irmão que tem uma magestade interior que precisa de tomar consciência". É outra coisa!

Ptah é o operador do alinhamento das linhas axiatonais ou linhas ka. É aquele que estica os nossos "suspensórios": dois que saem atrás das costas e os liga à Árvore da Vida – para isso temos usado o mantra TORAIA. Quando é feita a ligação e a energia circula temos usado o mantra SORAIA.

Enoch é o operador da consciência da luz dentro da cabeça.

Ulikron/Kukulcan é o operador de Merkaba.

Urvana/Madalena é uma operadora pleiadiana de plasmagem do Adão Kadmon.

Samana/Cristos é o guardião do Adão Kadmon e Shamuna é o condutor das mónadas europeias para o portal de Mirna Jade/Miz Tli Tlan.

Ptah esteve há 6.000 anos atrás a fundar a primeira dinastia egípcia.

Enoch é um dos que ascendeu aos céus em merkabah.

Ulikron/Kukulcan é Elias.

Urvana é Maria Madalena.

Samana é Jesus.

Shamuna é um ser ligado à energia Bothysatwa.

Os pleiadianos não vêem arrogância, o que eles vêem é consciência de magestade interior.

Como remover o padrão cármico da arrogância?

Primeiro, se a pessoa ainda não tem arrogância suficiente, ela tem de a desenvolver.

Tornar-se uma pessoa inconveniente, prepotente, primária, Arrogante – primeiro torna-se negativa para poder ficar positiva.

Um dos problemas de Portugal é que há 500 anos nada de forte acontece neste país.

A última hipótese que nós temos de acordar é estes incêndios.

Não acontece nada!!! Nem bom nem mau. Então, nós não temos bons arrogantes, não temos violência a sério, não temos adicção, não há ódio, isto é, não temos um pecador à altura de se transformar num santo.

Não há pecado suficiente para a Hierarquia se interessar.

E o que Eles dizem é:

A arrogância trabalha-se pela consciência da majestade interior.

A violência trabalha-se pela consciência da energia guerreira para a manifestação do Rei.

A adicção viciação , tem a ver com a união com todas as coisas a partir do corpo causal.

É uma fome de tudo até ao não eu.

É uma forma de imitar o Nirvana pela destruição do ego.

Existe uma adicção que é a inveja (produz uma sensação intensa no corpo astral).

Etimologicamente Inveja vem do latim não ver – ser incapaz de ver-se a si mesmo.

Porque eu não vejo o meu anjo interior eu invejo o anjo do outro.

A adicção tem a ver com a vocação para ser tudo, todas as coisas, todos os lugares e toda a parte – trabalha-se pela união com todas as coisas a partir do corpo causal.

O preconceito trabalha-se através da organização das prioridades – é uma desorganização mental.

O preconceito pretende ser uma energia de discernimento, uma luz.

Em vez de uma pessoa gastar a sua energia no preconceito, ela tem de organizar as suas prioridades: estas são as ideias importantes;

estas são as ideias não importantes; estas são as ideias secundárias;

estes são os princípios fundamentais.

Se ela fizer esta pirâmide e organizar as prioridades interiores, o preconceito desaparece.

O ódio vem do querer anular o outro.

Matar o outro, o que é diferente, o que não nos aceitou a nós.

Isto vem da necessidade da psique regressar à unidade.

O ódio trabalha-se através de uma afirmação da unidade.

É a sombra de uma vocação profunda para o UM.

O sonho daquele que odeia muito é: no dia em que matar todos os que ele odeia regressou à paz, ao UM, já não há o outro.

O problema do ódio é o problema do dois e, portanto, dês-sacraliza a pessoa.

A existência do outro tira-o do sagrado e ele quer voltar ao sagrado anulando o outro. Yung descobriu que o ódio tinha como base a necessidade (muito, muito primitiva) de voltar a Deus.

Muito do ódio que existe é uma tentativa de regressar ao jardim de infância, de não aceitar a diferença.

Isso mexe com a minha necessidade de berço.

Se eu puder anulá-lo posso regressar ao descanço do berço, mas a existência do outro é uma ameaça ao meu berço, à minha inércia.

O ódio é uma forma muito, muito primitiva de afirmar a unidade.

Trabalha-se através da afirmação da unidade com o Ajna e com o Coração.

A vitimização para os seres das Plêiades tem a ver com uma consciência da filiação divina.

Isto é, nós sentimo-nos vitimizados pelos outros porque intimamente sentimo-nos órfãos do divino.

Não estamos em contacto com o Pai.

Isso cria um espaço vibracional onde nós nos deixamos cair na vitimização e ficamos meses consumindo energia como vítimas.

Isso vem da experiência original de estar desligado da Fonte.

A vitimização é uma nostalgia de um Pai ou de uma Mãe – filiação divina.

Na vitimização eu tenho a impressão que fui abandonado e estou a sofrer porque me fizeram isto.

Nas Plêiades isto tem como substracto profundo o corte original com o Pai.

Se esse corte for reposto, tu nunca mais podes ser vítima, estás com o Pai outra vez.

Isso cria um campo vibratório protector extremamente forte.

A vergonha e a culpa têm a ver com uma memória da nossa natureza espiritual.

O que Eles dizem é que, em vez de o indivíduo ficar na divisão entre os actos e a culpa e a vergonha, ele tem que colocar essa pureza espiritual nos actos.

Cada pessoa tem de encontrar onde é que está a vergonha e a culpa, mas isso indica que ela actuou expulsando a pureza original de si para poder actuar e o que Eles dizem é que, em 99% dos actos a alma não tem que ser expelida porque se a alma é expelida, quando ela retorna tu sentes que fizeste algo sem alma e é isso que produz a culpa e a vergonha.

Então Eles insistem nesta união: a expansão da pureza interna nos actos instintivos, artísticos, mentais... É plasmar a pureza interna de forma que a pureza e a culpa não se transformem no resultado de má qualidade da memória da nossa pureza original.

Eles são muito claros sobre o que é para trabalhar nos próximos tempos: ARROGÂNCIA; VIOLÊNCIA; ADICÇÃO; PRECONCEITO; ÓDIO; VITIMIZAÇÃO; VERGONHA/CULPA.

Trabalhar estes 7 bloqueios cármicos, a última camada de informação das células que é a que está ligada à matriz original além da camada atlante....

Se pudermos fazer um corte transversal estão lá as vibrações todas: a imortalidade pré atlante, matriz original, os Elohim; Lemúria e Atlântida; gueda da Atlântida, invenção da morte; protohistória; pré--clássicos; clássicos; idade média; idade contemporânea.

O que Ptah diz é que ele vai-nos ajudar, através do trabalho com a cura de Órion, a fazer as ligações axiatonais que fazem com que toda a antena humana vibre em ressonância com a antena galáctica.

Depois podemos contar com a ajuda de Urvana que plasma a matriz original.

Tanto plasma vindo de cima (forma pensamento) como extrai do interior das células.

É equivalente. Ultra profundo ou sideral para Eles é a mesma coisa. A camada final das nossas células é galáctica.

Resumindo:

Houve uma Segunda Guerra Mundial para que adquirísse-mos uma visão científica do mal.

Os corações humanos uniram-se em torno de uma mesa nas Nações Unidas.

Isto foram duas grandes conquistas: científica e magnética. Ambas estão em perigo neste momento.

Entretanto, o nosso corpo pode despertar por camadas para uma vida que está em nós e que tem mais de 24.000 anos.

Portugal, tal como um discípulo, expandiu em termos de guerra, depois contraiu-se, desapareceu, portanto, está à frente dos outros países.

São os países que desaparecem que podem representar a energia crística.

André Louro de Almeida

Transcrição da 3ª parte da palestra «A Percepção Científica do Mal» feita por Alice Jorge sem revisão do Autor.

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